A suspensão requer uma atenção especial: ruídos estranhos, direção puxando para um dos lados, balanço excessivo, derrapagem nas curvas e aumento da distância de frenagem são sinais de que o sistema de suspensão do veículo está com problemas.

Você já viu um carro com a roda caída? Ou um acidente inexplicável? Você tem idéia do quanto um pivô agüenta de impactos, devido a buracos na estrada?

Conforto e segurança estão diretamente relacionados à suspensão, pois o sistema absorve todas as irregularidades do solo e garantem a estabilidade do veículo.

Folgas e desgastes nos componentes da suspensão podem causar muitos problemas: desconforto ao dirigir, perda de estabilidade, quebras de peças, barulho, redução da vida útil dos pneus entre outros.

A suspensão é um conjunto de peças onde cada uma depende da outra para o perfeito funcionamento do sistema, assim, a falta de verificação dos terminais de direção, barras, bandejas, buchas, amortecedores e os pivôs podem ocasionar graves acidentes.

É interessante levar o veiculo á uma oficina para verificar os itens da suspensão a cada seis meses, ou se o condutor notar qualquer anormalidade no veículo, por exemplo, quando sofrer algum impacto num buraco deve-se conferir a geometria, pois geralmente com a pancada o veículo pode desalinhar e precocemente desgastar os pneus.

Uma correta calibragem, manutenção, geometria, balanceamento e rodízio dos pneus fazem bem ao veículo, previnem acidentes e contribuem para a economia do combustível e até evitam o desgaste dos pneus.

 

 

As lâmpadas de farol e lâmpadas de sinalização são extremamente importantes para a condução segura do veículo. Sem ela, em muitos casos, fica impossível trafegar em uma via publica ou em rodovias sem iluminação própria.

Abaixo algumas informações básicas que devemos seguir quando o assunto é lâmpada automotiva:

- Substitua sempre os pares de lâmpadas, pois quando a troca é realizada a qualidade de luz e de brilho da iluminação do seu veículo volta ao original.

-Troque as lâmpadas de farol após atingirem uma quilometragem de 40.000km ou no término de um período de 2 anos. Não espere que as mesmas queimem para serem substituídas.

- Sempre faça a regulagem dos faróis periodicamente para inibir ofuscamentos e conseguir uma melhor distribuição da luz emitida pelas lâmpadas.

- Confiram com regularidade as lâmpadas de sinalização e do interior do veículo. Ao verificar toda a iluminação de sinalização e do interior do seu veículo você estará garantindo uma maior segurança e maior conforto.

Verifique lâmpadas como: faróis dianteiros, sinaleiras traseiras, placa, ré, freio, porta-malas, porta-luvas, internas entre outras.

- Limpe as lanternas e faróis com freqüência

- Mantenha em seu porta-luvas lâmpadas reserva para o caso de emergência

- Ao substituir alguma lâmpada do seu carro sempre faça a reposição por lâmpadas originais e aprovadas pelos órgãos reguladores.

Foi publicado no Diário Oficial da União no dia 07/06/11 a Resolução do Conselho Nacional de Transito nº. 383/2011, que altera o texto das resoluções 227 e 292 do Contran, estabelece os requisitos referentes aos sistemas de iluminação e sinalização de veículos. No que se refere, estão proibidas novas legalizações de veículos com instalação de sistema XENON.

Portanto quem não legalizou a tempo, não mais conseguirá regularizar, sendo assim terá que retirar o sistema Xenon e retornar ao sistema de iluminação original. 

Somente será atendida a legalização para quem já estiver com o processo em andamento e possuir a autorização do Órgão de Trânsito (Detran) emitida antes do dia 07/06/2011, bem como a realização do CSV - Certificado de Segurança Veicular emitido por órgão acreditado do Inmetro anterior a data da publicação desta resolução. 

Veículos cujo sistema original de fábrica e quem já possui o sistema XENON legalizado junto a documentação do seu veiculo anteriormente a publicação da resolução 383, terá a permissão para utilizar este sistema até o sucateamento do veículo, desde que continue atendendo as exigências das antigas resoluções 227 e 292 no que se refere aos limites de luminosidade de 6.500K e possuindo o sistema de lavação dos faróis exigidos para o uso do xenon.

Com o sistema Xenon proibido, as lâmpadas blue se tornaram uma opção para quem deseja deixar o veículo mais arrojado, além de ampliar a visibilidade do motorista em ambientes com baixa luminosidade.

Uma boa opção para quem não está satisfeito com a iluminação original de fábrica são as lâmpadas blue, que emitem um tipo de luz super branca, garantindo maior conforto e visibilidade ao dirigir a noite, além de estar de acordo com as normas do CONTRAN.

 

 

 

Nos veículos automotores, o sistema de arrefecimento é dotado de um liquido de refrigeração, que circula em caminhos internos, absorvendo o calor e refrigerando o motor. O sistema é totalmente fechado e, através de um radiador, troca calor com o meio externo, baixando a sua temperatura para novamente ser aproveitado.

A circulação do líquido refrigerante o motor é feita através de uma bomba que proporciona velocidade de circulação. O sistema de arrefecimento é pressurizado, fazendo com que perdas por evaporação diminuam e a eficiência do sistema seja maior.

O aditivo é um fluido protetor e possui inibidor de corrosão, nas partes metálicas do sistema de arrefecimento, prolongando a vida útil do radiador, bomba d’agua, válvula termostática, mangueiras, selos, além de estabilizar a temperatura do motor.

Nunca misture aditivos, é aconselhável a troca e limpeza da água do radiador ao menos uma vez por ano. Quando o sistema de arrefecimento trabalha na temperatura ideal o motor terá maior durabilidade, menor desgaste e atrito, maior economia de combustível, menos manutenção, emitirá menos poluentes e aumentará seu desempenho. Deve-se usar o aditivo recomendado pelo fabricante, com qualidade, não usando apenas como corante.

 

 

Faça uma experiência para constatar a diferença de usar ou não aditivo:

  1. Pegue um vidro pequeno com tampa e coloque um Bombril e complete com água;
  2. Em outro vidro coloque um Bombril e complete com água e aditivo.

Espere alguns dias e observe a diferença na coloração da água e a ferrugem que se cria ao não usar aditivo.

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“O sistema de injeção eletrônica em boas condições gera maior vida útil ao veículo”

 

O sistema de injeção eletrônica que substituiu o carburador utilizado nos veículos mais antigos tem a função de fazer a mistura ar-combustivel na dosagem correta, pulverizando-a via coletor de admissão dentro da câmara de combustão. Isso faz com que o veículo consuma menos combustível e emita o mínimo de poluentes.

Ao contrario do carburador, é considerada uma tecnologia inovadora, controlada eletronicamente por um módulo central. Por meio de sensores, a unidade de comando monitora o sistema em tempo integral, corrigindo, por exemplo, o atuador de marcha lenta, que mantém o veiculo em funcionamento estável quando o acelerador não está sendo acionado.

Além do menor consumo, os benefícios dessa tecnologia fazem com que o motor alcance sempre o máximo de potencia e desempenho e mais segurança, gerando melhor custo-benefício.

 Vários componentes integram o sistema de injeção eletrônica, como o sensor de temperatura e de rotação, medidor de massa de ar e válvula de injeção, entre outros. A durabilidade desses itens é grande quando o veículo passa por uma manutenção adequada e usa combustível de qualidade. Mas para garantir seu bom funcionamento é importante observar o desgaste de alguns componentes do sistema de alimentação, como filtro de combustível e pré-filtro, que necessitam de troca periódica.

Também é preciso prestar atenção se o motor engasga, se há perda de potência e consumo alto de combustível, e realizar uma revisão preventiva de todo o sistema.

Para aumentar a durabilidade do sistema é recomendado abastecer o veículo apenas em postos de combustíveis com qualidade reconhecida. Ao levar seu veículo para manutenção, o motorista deve pedir uma avaliação na injeção eletrônica e de todos os seus componentes. Afinal, mesmo com uma vida útil longa, eles podem sofrer danos com a má utilização, causando problemas para o sistema.

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O que nossos clientes precisam saber sobre lubrificantes:

    Para o proprietário do veículo, o prazo, a classificação e os procedimentos para a troca de óleo lubrificante de motor ainda trazem muitas dúvidas. A troca em lugares inadequados pode causar danos ao motor, que mais tarde, irá precisar solucionar.

Por que a troca de óleo do motor deve ser feita?

   O lubrificante, após um tempo de uso, perde a viscosidade inicial. A viscosidade é o fator responsável por garantir a lubrificação das partes móveis do motor (pistões, anéis, bronzinas, etc.) e pode ser entendida como a velocidade de escoamento de um lubrificante.

   Com a perda da viscosidade, o atrito entre as partes móveis do motor aumentam, comprometendo o correto funcionamento do motor. Isso pode ser evitado fazendo as trocas no prazo correto, estipulado pelo fabricante, assim como a troca do filtro de óleo, que recomendamos ser feita em toda troca de óleo.

Qual o tipo e classificação utilizar?

   Deve-se sempre respeitar a classificação e tipo recomendado pelo fabricante do veículo, mas, quanto à marca do óleo utilizado deve-se observar as especificações de viscosidade, especificações de desempenho e níveis de aditivação.

 Quais as diferenças entre óleos minerais, sintéticos e semi-sintéticos?

   O lubrificante é formado por óleos básicos e aditivos, cuja função é lubrificar e evitar o atrito entre as superfícies metálicas bem como refrigerante e limpar internamente o motor.

   O óleo mineral é gerado através da separação dos componentes do petróleo e formado por vários compostos. Os óleos sintéticos são desenvolvidos em laboratórios através de reações químicas, como são óleos que têm suas propriedades controladas apresentam características mais puras, portanto são lubrificantes que resistem a temperaturas mais elevadas e são mais resistentes à oxidação.

Qual o tempo certo para trocar o óleo?

   As trocas não devem ultrapassar os seis meses, mesmo que a quilometragem recomendada ainda não tenha sido atingida.Não esqueça que o período de troca deve ser seguido rigorosamente, conforme manual do proprietário, respeitando também a classificação sugerida.

   Os manuais sempre indicam uma troca antecipada para veículos que rodam em condições severas, então procure saber em que condições o veículo é utilizado.

   Condições severas: trânsito urbano com tráfego lento, pequenas distâncias ou em estradas de areia ou terra.

   As trocas de óleo devem ser feitas sempre com o motor quente. Nesta condição, o óleo escoa melhor, levando junto as partículas de sujeira que ainda estarão em suspensão.

Quais são as conseqüências do uso de combustível adulterado e lubrificante incorreto?

diminuição da vida útil do motor;

perda de rendimento e conseqüente aumento do consumo de combustível;

   Aconselhamos nossos clientes a abastecer sempre em postos de confiança e evitar os que oferecem muitos descontos. O combustível adulterado, além de comprometer os bicos injetores, bomba de combustível e carbonizar pistões, ainda contamina o óleo lubrificante , alterando suas características básicas e consequentemente formando borras.

   Caso o proprietário detecte alguma anomalia no veículo pós o abastecimento, recomende que substitua o combustível, o óleo e o filtro imediatamente.

Fonte: Oficina Brasil/ Abril 2011 

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